APRESENTAÇÃO:
06/08 sexta • 21h30
07/08 sábado • 21h30
08/08 domingo • 19h30
Companhia Teatro Adulto - Brasil Minas Gerais
Drama
Classificação: 14 anos
Direção: Cynthia Paulino
Elenco: Luiz Arthur e Samira Ávila.
Sinopse: A partir de um recorte da vida de um jovem casal em um pequeno quarto, sonho e realidade pontuam falas, silêncios e desejos. Do lado de fora, há um céu cinzento carregado de uma chuva que ainda não começou a cair. Entre eles, a situação-limite de uma relação, uma condição de incomunicabilidade que parece inalterável. Até que a chuva cai e os universos pessoais de cada um começam a ser revelados. A peça integra uma coleção de short plays de Tennessee Williams, na qual mais que contar uma história, o autor busca focar uma curta e pontual situação dramática, expondo, dessa maneira, toda uma condição humana e o universo existencial de seus personagens.
Companhia Teatro Adulto: A Companhia Teatro Adulto produz espetáculos em Belo Horizonte desde 1997. Com o passar do tempo, focou seu trabalho na pesquisa sobre a restrição do espaço de atuação para dilatar a essência dos detalhes que compõem sua criação cênica. O texto de “Fala comigo como a chuva” tem, em sua estrutura dramática, o mote que fez desta realização da Companhia a mais radical.
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -VENDA DE INGRESSOS
Até o dia 29 de julho, os ingressos estão sendo vendidos a preços promocionais em diversos postos de venda espalhados pela cidade.
Preços promocionais Até 2 ingressos de cada espetáculo por pessoa.
Inteira: R$16 Meia: R$8
Confira os locais e horários de venda:
Teatro Marília - Avenida Alfredo Balena, 586.Horário: 10 às 19h – todos os dias da semanaMercado das Flores - Posto da Belotur - Avenida Afonso Pena, esquina com Rua da Bahia, Centro.Horário: 10 às 19h – todos os dias da semanaLoja Ingresso Rápido - 5ª Avenida R. Alagoas, 1314 Loja 27C - Belo Horizonte /MGHorário de Atendimento:Segunda a Sexta das 09:00 às 20:00Sábado das 09:00 às 16:00.Loja Leitura Megastore BH Shopping - Rod. BR 356, 3049 Loja OP51 - BelvedereHorário de Atendimento:Segunda a Sábado das 10:00 às 21:00Domingo das 14:00 às 19:00.Loja Diskoteka Shopping Cidade - Shopping Cidade - Rua Tupis, 337 Loja G30 - CentroHorário de Atendimento:Segunda a Sábado das 09:00 às 21:00Domingo das 10:00 às 15:00.Loja Diskoteka Minas Shopping - Av. Cristiano Machado, 4000 Lojas 406/407 1ºPisoHorário de Atendimento: Segunda a Sábado das 10:00 às 21:00Domingo das 14:00 às 19:00.Loja Me Leva Folia - Rua Timbiras, 2848 - Barro PretoHorário de Atendimento:Segunda a Sexta das 09:30 às 18:30Ingressos no dia do espetáculo - os ingressos poderão ser adquiridos até 2 horas antes do espetáculo, na bilheteria do próprio teatro (sujeito à disponibilidade de ingressos).Condições meia-entrada: Têm direito à meia-entrada: Menores de 21 anos, com carteira de identidade; Maiores de 60 anos, com carteira de identidade; Estudantes (1º, 2º e 3º graus e pré-vestibular credenciado à UNE, UBES, UEE/MG e UCMG) com carteira estudantil e comprovante de matrícula atualizado, que deverá ser apresentado no ato da compra do ingresso e na entrada do espetáculo. Não é necessário apresentar o comprovante se o estudante já possuir carteira estudantil emitida pela UNE, UBES, UEE/MG e UCMG.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
Curta temporada: De 28 de julho a 01 de agosto de 2010 no RJ !!!
Espetáculo: Fala Comigo como a Chuva
Duração: 50 minutos
Local: CAIXA Cultural RJ – Teatro Nelson Rodrigues
Endereço: Av. República do Chile, 230, Centro (Próximo ao Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21) 2262-8152 - 2262-8152
De quarta a domingo às 19h30
Ingressos: R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia-entrada)
Horário da bilheteria: 15h às 20h
Classificação: 12 anos
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Duração: 50 minutos
Local: CAIXA Cultural RJ – Teatro Nelson Rodrigues
Endereço: Av. República do Chile, 230, Centro (Próximo ao Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21) 2262-8152 - 2262-8152
De quarta a domingo às 19h30
Ingressos: R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia-entrada)
Horário da bilheteria: 15h às 20h
Classificação: 12 anos
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quinta-feira, 15 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
LISTA DE ESPETÁCULOS FIT 2010
A Fundação Municipal de Cultura anunciou a programação da 10ª edição do Festival Internacional de Teatro Palco & Rua de Belo Horizonte (FIT-BH), que acontece entre 5 e 15 de agosto. Serão 37 espetáculos, de 35 grupos internacionais e nacionais, que serão apresentados em 46 espaços distintos da cidade. Além de trazer à capital mineira nomes importantes da cena contemporânea mundial, como o encenador norte-americano Bob Wilson, cujo trabalho poderá ser visto na peça "Happy Days", o evento paga uma dívida antiga com o público belo-horizontino com a vinda de dois dos maiores encenadores brasileiros em atividade: Zé Celso Martinez Corrêa e Antunes Filho, que trazem, respectivamente, "O Banquete" e "Lamartine Babo".
A venda antecipada de ingressos vai de 19 a 29 de julho - neste ano, pela primeira vez, será feita também pela internet (o endereço será divulgado em breve). Os ingressos custarão R$ 24 (inteira) e R$ 12 (meia), além de preços especiais para os pacotes promocionais.
- Espetáculos internacionais:
Palco: Bernarda (Compañía Ballet Flamenco Antonio Canales) - Espanha Donka (Teatro Sunil) – Suíça Happy Days - (Change Performing Art - direção Bob Wilson) - EUA/Itália Marketing/ Hamlet/ Set (Asociación para la investigación teatral La Otra Orilla - LOT) – Peru Woyzeck (Sadari Movement Laboratory's) - Coreia do Sul Rua Emigrant (Faber Teater) - Itália FaberfEst - Um Sogno in Red & Blue (Faber Teater) - Itália K@osmos (Puja) – Espanha Mantras e outros sons (Ani Choying Dolma) - Nepal Menus Larcins (Délit de Façade) - Bélgica Suíte Flamenca (Compañia Ballet Flamenco Antonio Canales) - Espanha
Espaços alternativos: ¡Haberos quedado en casa capullos! (Alodhe) - Colômbia Lote 77 (produção independente – direção: Marcelo Mininno) - Argentina Mantras e outros sons (Ani Choying Dolma) – Nepal
- Espetáculos nacionais:
Palco: A Inquietude - direção Thierry Trémouroux (RJ) Dona Otília e outras histórias - direção Gilberto Gawronski (RJ) Hamelin - direção André Paes Lemes (RJ) Lamartine Babo – Um Musical Dramático (Macunaíma Centro de Pesquisa Teatral - SP) Memória da Cana - direção Newton Moreno (Os Fofos Encenam - SP) Vida – direção Marcio Abreu (Cia Brasileira de Teatro - PR) Rua Das Saborosas Aventuras de Dom Quixote - direção André Carreira (Teatro Que Roda - GO)
Espaços alternativos: O Banquete - direção José Celso Martinez (Teatro Oficina – SP) O Capitão e a Sereia – direção Fernando Yamamoto (Clowns de Shakespeare - RN)
- Espetáculos Locais:
Palco: De peixes e pássaros (Cia Suspensa) Drummond (Grupo Ponto de Partida) Fala comigo como a chuva (Companhia Teatro Adulto) No Pirex (Armatrux) Sgroft, Herética ou Ninguém (Carabina Filmes) Rua Baby Dolls - Uma exposição de Bonecas (Obscena Agrupamento Independente de Pesquisa Cênica) Êsquiz (Cia SeráQue?) Proibido Deitar (O Clube Teatro e Variedades) Próxima Edição: Espreme que Sai Sangue (Cia. Malarrumada de Teatro) Till, A Saga de um herói torto (Grupo Galpão)
Espaços Alternativos: As grandes lonas do céu (Companhia Candongas e Outras Firulas) As últimas flores do jardim das cerejeiras (Ofifcina Multimédia) Cara Preta (Maldita Companhia de Investigação Teatral)
A venda antecipada de ingressos vai de 19 a 29 de julho - neste ano, pela primeira vez, será feita também pela internet (o endereço será divulgado em breve). Os ingressos custarão R$ 24 (inteira) e R$ 12 (meia), além de preços especiais para os pacotes promocionais.
Confira a programação completa dos espetáculos:
- Espetáculos internacionais:
Palco: Bernarda (Compañía Ballet Flamenco Antonio Canales) - Espanha Donka (Teatro Sunil) – Suíça Happy Days - (Change Performing Art - direção Bob Wilson) - EUA/Itália Marketing/ Hamlet/ Set (Asociación para la investigación teatral La Otra Orilla - LOT) – Peru Woyzeck (Sadari Movement Laboratory's) - Coreia do Sul Rua Emigrant (Faber Teater) - Itália FaberfEst - Um Sogno in Red & Blue (Faber Teater) - Itália K@osmos (Puja) – Espanha Mantras e outros sons (Ani Choying Dolma) - Nepal Menus Larcins (Délit de Façade) - Bélgica Suíte Flamenca (Compañia Ballet Flamenco Antonio Canales) - Espanha
Espaços alternativos: ¡Haberos quedado en casa capullos! (Alodhe) - Colômbia Lote 77 (produção independente – direção: Marcelo Mininno) - Argentina Mantras e outros sons (Ani Choying Dolma) – Nepal
- Espetáculos nacionais:
Palco: A Inquietude - direção Thierry Trémouroux (RJ) Dona Otília e outras histórias - direção Gilberto Gawronski (RJ) Hamelin - direção André Paes Lemes (RJ) Lamartine Babo – Um Musical Dramático (Macunaíma Centro de Pesquisa Teatral - SP) Memória da Cana - direção Newton Moreno (Os Fofos Encenam - SP) Vida – direção Marcio Abreu (Cia Brasileira de Teatro - PR) Rua Das Saborosas Aventuras de Dom Quixote - direção André Carreira (Teatro Que Roda - GO)
Espaços alternativos: O Banquete - direção José Celso Martinez (Teatro Oficina – SP) O Capitão e a Sereia – direção Fernando Yamamoto (Clowns de Shakespeare - RN)
- Espetáculos Locais:
Palco: De peixes e pássaros (Cia Suspensa) Drummond (Grupo Ponto de Partida) Fala comigo como a chuva (Companhia Teatro Adulto) No Pirex (Armatrux) Sgroft, Herética ou Ninguém (Carabina Filmes) Rua Baby Dolls - Uma exposição de Bonecas (Obscena Agrupamento Independente de Pesquisa Cênica) Êsquiz (Cia SeráQue?) Proibido Deitar (O Clube Teatro e Variedades) Próxima Edição: Espreme que Sai Sangue (Cia. Malarrumada de Teatro) Till, A Saga de um herói torto (Grupo Galpão)
Espaços Alternativos: As grandes lonas do céu (Companhia Candongas e Outras Firulas) As últimas flores do jardim das cerejeiras (Ofifcina Multimédia) Cara Preta (Maldita Companhia de Investigação Teatral)
sábado, 10 de julho de 2010
Minha amada imortal...
Manhã de 6 de julhoMeu anjo, meu tudo, meu eu... Por que esta profunda tristeza quando é a necessidade quem fala? Pode consistir nosso amor em outra coisa que em sacrifícios, em exigências de tudo e nada? Esqueceu de que você não é inteiramente minha e de que eu não sou inteiramente seu? Oh, Deus! Contempla a maravilhosa natureza e tranqüiliza seu ânimo na certeza do inevitável. O amor exige tudo e com pleno direito: eu para com você e você para comigo. No entanto, duvida tão facilmente que eu tenho que viver para mim e para você. Se estivéssemos completamente unidos, nem você nem eu estaríamos nos sentindo tão desolados. Minha viagem foi horrível... Alegre-se, você é o meu mais fiel e único tesouro, meu tudo como eu para você. No mais, que aconteça o que tenha que acontecer e deva acontecer; os deuses saberão o que fazer...
LUDWIG VAN BEETHOVEN
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Tentativas de purificar a dor
http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&id=1021774&tit=Tentativas-de-purificar-a-dor
Publicado em 06/07/2010 Luciana Romagnolli
O espaço é apertado e o tempo, curto. Em 50 minutos de espetáculo, confinada no quarto com o homem que acaba de voltar de uma noitada insana, a mulher da peça Fala Comigo como a Chuva – apresentada no fim de semana no Teatro da Caixa – expressa toda a angústia da espera.
O que está em jogo não é apenas aquela noite, nem mesmo um acerto de contas realista entre o casal. A adaptação do texto de Tennessee Williams feita pela companhia mineira Teatro Adulto condensa um volume de sentimentos que só se acumula ao longo de uma relação que já passou por muitas crises antes.
Está naquele ponto em que a frustração e o cansaço são tamanhos, e de tal modo parecem insolúveis, que o único caminho a se desenhar para a mulher insatisfeita é a desistência.
Seria mais simples juntar suas roupas e sair porta afora, abandonando o homem que a feriu. Ela sabe disso e quer partir, mas a relação – assim como o pequeno quarto que dividem – é aprisionadora. O homem se apresenta como um menino irresponsável, sem consciência da dor que causa, carente. E ela ainda o ama. Como desatar os nós da intimidade num caso desses?
Frágil
Estreando como diretora, Cynthia Paulino investe em emoções que não passam pelas palavras (contidas), mas tampouco conseguem se esconder: são reveladas em cada passo, a cada movimento dos atores em cena. Samira Ávila (Por Elise e Amores Surdos) contracena com Luiz Arthur (A Morte de DJ em Paris), e são as únicas presenças vivas no palco.
Importantes também para dar densidade a esse recorte da vida a dois são os simbolismos, sobretudo a água. O líquido escorre do alto do painel de fundo, onde se vê uma reprodução da pintura “Árvore da Vida” (do austríaco Gustav Klimt), e forma uma poça crescente até inundar o chão e empapuçar o casal.
Desse modo, a montagem põe o realismo de lado para sublinhar, especialmente, o frágil estado emocional da personagem feminina. Durante longos silêncios, embalados pelo imaginário romântico sofrido das canções francesas escolhidas para a trilha sonora, ou sem som algum, ela manifesta seus tormentos em gestos e olhares, hábeis em estabelecer a profunda tensão que se interpõe entre eles.
O afastamento dos amantes fica evidente pela presença das duas camas de solteiro. E, mesmo quando suas peles estão em contato, os movimentos dos corpos traçam uma coreografia de intimidade dolorida. Um amor penoso.
A mulher de Samira nunca mais ingeriu senão água desde que o homem se foi. A essa altura, já tão desgastada emocionalmente, o líquido representa uma chance de purificação.
Quando, enfim, ela explode em um desabafo intenso, sua fala descontrolada e repetida vem onírica, sonhando com uma vida de isolamento que passe despercebida. Seu escapismo é a assepsia (o que explica tanta água). Sua esperança: não sentir mais nada.
Publicado em 06/07/2010 Luciana Romagnolli
O espaço é apertado e o tempo, curto. Em 50 minutos de espetáculo, confinada no quarto com o homem que acaba de voltar de uma noitada insana, a mulher da peça Fala Comigo como a Chuva – apresentada no fim de semana no Teatro da Caixa – expressa toda a angústia da espera.
O que está em jogo não é apenas aquela noite, nem mesmo um acerto de contas realista entre o casal. A adaptação do texto de Tennessee Williams feita pela companhia mineira Teatro Adulto condensa um volume de sentimentos que só se acumula ao longo de uma relação que já passou por muitas crises antes.
Está naquele ponto em que a frustração e o cansaço são tamanhos, e de tal modo parecem insolúveis, que o único caminho a se desenhar para a mulher insatisfeita é a desistência.
Seria mais simples juntar suas roupas e sair porta afora, abandonando o homem que a feriu. Ela sabe disso e quer partir, mas a relação – assim como o pequeno quarto que dividem – é aprisionadora. O homem se apresenta como um menino irresponsável, sem consciência da dor que causa, carente. E ela ainda o ama. Como desatar os nós da intimidade num caso desses?
Frágil
Estreando como diretora, Cynthia Paulino investe em emoções que não passam pelas palavras (contidas), mas tampouco conseguem se esconder: são reveladas em cada passo, a cada movimento dos atores em cena. Samira Ávila (Por Elise e Amores Surdos) contracena com Luiz Arthur (A Morte de DJ em Paris), e são as únicas presenças vivas no palco.
Importantes também para dar densidade a esse recorte da vida a dois são os simbolismos, sobretudo a água. O líquido escorre do alto do painel de fundo, onde se vê uma reprodução da pintura “Árvore da Vida” (do austríaco Gustav Klimt), e forma uma poça crescente até inundar o chão e empapuçar o casal.
Desse modo, a montagem põe o realismo de lado para sublinhar, especialmente, o frágil estado emocional da personagem feminina. Durante longos silêncios, embalados pelo imaginário romântico sofrido das canções francesas escolhidas para a trilha sonora, ou sem som algum, ela manifesta seus tormentos em gestos e olhares, hábeis em estabelecer a profunda tensão que se interpõe entre eles.
O afastamento dos amantes fica evidente pela presença das duas camas de solteiro. E, mesmo quando suas peles estão em contato, os movimentos dos corpos traçam uma coreografia de intimidade dolorida. Um amor penoso.
A mulher de Samira nunca mais ingeriu senão água desde que o homem se foi. A essa altura, já tão desgastada emocionalmente, o líquido representa uma chance de purificação.
Quando, enfim, ela explode em um desabafo intenso, sua fala descontrolada e repetida vem onírica, sonhando com uma vida de isolamento que passe despercebida. Seu escapismo é a assepsia (o que explica tanta água). Sua esperança: não sentir mais nada.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Uma exposição mais do que linda: a gente tem a sensação de que está dentro de uma nuvem.



Com 6 mil lâmpadas incandescentes cheias d’água, o artista Vinícius S.A. cria a exposição “Lágrimas de São Pedro – Acalento ao Sertão Nordestino”. O projeto faz referência à relação sagrada do morador da zona rural com a chuva. A ideia é inspirada na novena de São José em que os fieis oferecem orações e cantigas em troca das lágrimas de São Pedro que formam a chuva.Site oficial: http://www.caixacultural.com.br
E-mail: caixacultural.pr@caixa.gov.br
E-mail: caixacultural.pr@caixa.gov.br
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Curitiba - BH, "de volta pra casa"
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